MUNDO ANIMAL

Mundo animal

Histórias inusitadas, dicas e curiosidades do universo dos animais de estimação no Rio

Por: Daniela Pessoa - Atualizado em

Felipe Fittipaldi
(Foto: Redação Veja rio)

Estranho amor

Maggie, de 3 anos, é próxima das doninhas, ariranhas e lontras, mas, ao contrário dos parentes selvagens, é comportada (na medida do possível) e cordata. Ela é um furão, mamífero que caiu nas graças da gerente comercial Monique Strunkis, moradora de Botafogo. "É um bichinho dorminhoco, mas também divertido. Adora se esconder pela casa e ama brinquedos que fazem barulho", conta ela, que participa de duas comunidades na internet em torno da espécie, a Ferret ou Furão Brasil e a I Love My Ferret. Nesses fóruns, os donos trocam informações e tiram dúvidas sobre o xodó. "Apesar de terem um temperamento parecido com o dos gatos, os ferrets podem aprender truques, assim como os cachorros. A Maggie, no entanto, nunca foi uma aluna muito boa", diz Monique.

Divulgação (camiseta), istockphoto (cão)
(Foto: Redação Veja rio)

Raça modelo

Originário das colinas suíças, o bernese mountain dog mostra o focinho no inverno carioca. Eleito a mascote da nova coleção de uma grife feminina, o bicho estampa peças diversas. "Conheci um filhote da raça na porta da minha academia, no Leblon, e descobri que esse animal reunia todas as qualidades que procurávamos", conta a coor­de­nadora de estilo Renata Joca. "Além de ser dócil, é o cachorro mais companheiro que existe. Ele precisa de contato com o ser humano." Outras características da raça: seus exemplares não suportam muito bem o calor dos trópicos e têm uma das expectativas de vida mais baixas entre os cães, em média 8 anos.

Reprodução
(Foto: Redação Veja rio)

Palavra de especialista

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É comum os gatos brincarem de mordiscar, mas, desde filhotes, eles devem ser ensinados a restringir esse hábito apenas aos objetos. Ofereça brinquedos a seu gato para entretê-lo. "Se o animal insistir em morder o que não deve, repreenda-o com um sonoro ?não? e mostre, em seguida, algo que seja permitido abocanhar", ensina a veterinária Raquel Calixto. Se não funcionar, radicalize e deixe-o sozinho no cômodo, para que ele entenda que seu comportamento está errado. Recompense-o com afagos ou petiscos sempre que obedecer às suas ordens.

Fonte: VEJA RIO