Mundo Animal

Cachorro será pajem de casamento e levará as alianças ao altar

Conheça também um aplicativo para doação de sangue entre animais e uma exposição sobre o jogo do bicho

Por: Lula Branco Martins

Ele vai levar as alianças

Sharon Azulay e Zeus
Sharon Azulay e Zeus (Foto: Acervo Pessoal)

Quem está de casamento marcado para o mês que vem, especificamente dia 12 de setembro, um sábado, é Sharon Azulay, diretora da grife Blue Man, fundada por seu pai, David, em 1972. Ela (que aparece nesta foto andando de skate em Ipanema) se juntará a Michel Tauil, também empresário, numa casa de festas no Alto da Boa Vista, em um belo recanto da Floresta da Tijuca. As centenas de convidados certamente vão se surpreender com a atuação de Zeus, cão que será pajem na cerimônia vestido de gravata-bor­boleta, igualzinho ao noivo. O animal está com Sharon desde bebê e vem sendo treinado para levar as alianças ao altar.

infografico
infografico (Foto: Redação Veja Rio)

Doadores caninos

Um novo aplicativo para celular, chamado Sangue Amigo, vem ajudando a fazer a ponte entre cachorros que precisam de doações e os que podem servir de doadores. Muita gente nem sabe que essa possibilidade existe e que pode fazer muito bem à saúde. Cães têm mais tipos sanguíneos que seres humanos, e o material doado fica armazenado por até vinte dias. O app tem, portanto, de agir rápido e localizar os donos dos animais mais próximos uns dos outros.

Charge
Charge (Foto: Divulgação)

Um jogo de 123 anos

Quem gosta de animais não deve perder a exposição Que Bicho que Deu, em cartaz desde quinta (13) na Galeria Pé de Boi, em Laranjeiras, com curadoria de Ana Chindler. Foram reunidos trinta artistas populares, de todas as regiões do país, que mexem com materiais como lata e cerâmica, para lembrar o Jogo do Bicho, enraizado na cultura carioca desde 1892, uma ideia do barão de Drummond posta em prática primeiro no Jardim Zoológico e posteriormente nas esquinas da cidade, mesmo quando proibido — como hoje. Seus 25 animais estarão retratados na mostra. Abaixo, um trabalho do artesão Antônio Rodrigues, a roda de discussões chefiada por um macaco. Aliás, para quem não sabe, ele é o 17.

Jogo do bicho
Jogo do bicho (Foto: Divulgação)

Fonte: VEJA RIO