Corre lá!

Comida di Buteco chega à última semana. Veja destaques

Concurso encerra os trabalhos no domingo (10), mas ainda dá tempo de conferir as criações dos bares

Por: Rafael Cavalieri

Bar Da Frente
Bar Da Frente (Foto: Marcos Pinto)
  • Bares variados

    Baixo Gago

    Rua Gago Coutinho, 51, Laranjeiras

    Tel: (21) 2556 0638

    Sem avaliação

    O esquema é popular e bem cuidado. Nos fins de semana, clientes lotam as mesas na hora do almoço, atrás da feijoada (R$ 99,90, uma farra para quatro pessoas). Às sextas, entra em cena o pagode, acompanhado de cerveja gelada. É só escolher entre cascos de 600 mililitros de Heineken, Serramalte (R$ 12,00 cada uma) e Skol (R$ 9,50), além das especiais Noi Bionda Oro (R$ 22,90) e Therezópolis Gold (R$ 17,90). Outra sugestão é a caipivodca de limão-siciliano com carambola (R$ 17,00). Opção de tira-gosto, o porquinho enrolado é um salgado com massa de pastel frita em forma de cone, recheada de pernil e ervas finas (R$ 24,90, quatro unidades). Também tem seus méritos a empadinha sinhá moça, com massa de aipim, recheada de gorgonzola e linguiça (R$ 25,90, com três).

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  • Cervejas especiais / Bares variados

    Bar da Frente

    Rua Barão de Iguatemi, 388, Praça da Bandeira

    Tel: (21) 2502 0176

    Veja Rio
    Sem avaliação

    O apertado reduto na Praça da Bandeira parece coração de mãe: sempre cabe mais um. Valéria Rezende e sua filha, Mariana, comandam o negócio de tira-gostos criativos e saborosos. A fondue de coxinha traz os salgados no palito, prontos para mergulhar no creme de queijo ao vinho branco (R$ 28,50, seis unidades). No porquinho de quimono, outra pedida imperdível, a massa de harumaki é recheada de costelinha suína desfiada e requeijão de ervas (R$ 28,50, seis unidades). Para os que têm sempre um pé atrás em relação a novidades gastronômicas, a dupla criou o tira-gosto chamado experimenta antes de dizer que não gosta. Vai aqui o spoiler: trata-se de uma porção de quatro croquetes de fígado bovino servidos com molho de cebola na mostarda escura (R$ 15,80). O endereço onde o Aconchego Carioca foi fundado (depois mudou para o casarão mais amplo, logo em frente) oferece setenta sugestões de cerveja. A seleção dos sommeliers Pedro Barcellos, Gustavo Renha e Gil Lebre prioriza rótulos nacionais, a exemplo da Gaspar APA (R$ 30,00), da Oceânica Born 2 Rock (R$ 33,00) e da Hija de Punta (R$ 24,00), todas na garrafa de 600 mililitros.

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  • Bares variados / Botecos

    Bar da Portuguesa

    Rua Custódio Nunes, 155, Ramos

    Tel: (21) 3486 2472

    Sem avaliação

    Razão de ser da casa e do nome do negócio, a portuguesa Donzília Gomes chegou ao Brasil em 1968. Ela mesma mete a mão na massa no preparo de receitas que dão água na boca. Um de seus pratos premiados é a salada de bacalhau com grão-de-bico, palmito e maçã (R$ 43,00, para duas pessoas). Antes, explore a lista de petiscos. São sugestões infalíveis os bolinhos de bacalhau (R$ 4,50 a unidade) e de aipim com camarão (R$ 4,30). Outra boa dica é a fritada de bacalhau (R$ 43,00), que dá para dividir por duas pessoas. Qualquer das escolhas cai bem com as diversas cervejas, nacionais e importadas, à espera nos congeladores. Algumas opções: Original, Sagres, Amstel, Bohemia (R$ 10,00 cada uma), Antarctica (R$ 7,20) e a long neck da Brahma (R$ 5,00). Os sabores da caipirinha (R$ 15,00; 350 mililitros) são mais restritos. É escolher entre as versões de caju e de limão.

    Preços checados em outubro de 2015

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  • Botecos

    Bar do David

    Ladeira Ari Barroso, 66, Leme

    Tel: (21) 97808 2200 ou (21) 2542 4713

    Sem avaliação

    O ambiente agradável, a recepção simpática e atenciosa e os pratos saborosos preparados pela equipe de David Bispo levam turistas e locais do asfalto até o alto do morro no Leme. Nos fins de semana, principalmente, a fila para provar a feijoada de frutos do mar é bem extensa. O carro-chefe, criado pelo dono do estabelecimento, é guarnecido de arroz branco e farofa de alho. Preparado com feijão-branco, leva lula, camarão, mexilhão, polvo e peixe (R$ 39,90, para duas pessoas). Outra boa surpresa, a saladinha de frutos do mar à vinagrete com feijão-fradinho serve até três pessoas (R$ 35,90). Nascido e criado no morro do Chapéu Mangueira, o ex-pescador Bispo dá a dica para fugir do horário de pico em seu estabelecimento: assista ao pôr do sol no bar. No fim de tarde, a cerveja gelada é boa companhia. Escolha entre os cascos de Amstel, Original, Antarctica, Brahma, Serramalte (R$ 10,50 cada uma) e Heineken (R$ 11,00). Alegria dos visitantes estrangeiros, as saborosas variações em torno da caipirinha podem levar cachaça, vodca ou saquê (R$ 16,00 cada uma). O sabor mais exótico, de paçoca, divide espaço com as sugestões de tangerina com gengibre, de kiwi, e de abacaxi com maracujá. Uma ousadia, o caipimaltine parece drinque, mas é feito com a técnica da caipirinha — docinho, deixa o gosto de vodca para o final.

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  • Botecos

    Bar do Omar

    Rua Sara, 114, Campo Grande

    Tel: (21) 2518 3881

    Sem avaliação

    Omar Monteiro é uma simpatia. O dono do negócio recebe pessoalmente os clientes com indefectível sorriso e a saudação "E aí, meu preto!". Só por aí já se percebe que é impossível não se sentir em casa neste botequim consagrado como o grande campeão da última edição do Comer & Beber da paz, publicado por VEJA RIO. Omar ainda abocanhou as categorias simpatia é quase amor, por motivos óbvios, e melhor quitute. Acomodado na laje com bela vista para a Zona Portuária do Rio, peça um casco de Original estupidamente gelada (R$ 9,00; 600 mililitros) e aproveite o embalo para provar o hambúrguer de picanha (R$ 10,00 ou R$ 15,00, acrescido de batatas fritas), o quitute premiado. Ele chega suculento, com interior rosado, mussarela derretida e cebola refogada no shoyu. Outra pedida excelente é o omarumaki de camarão (R$ 18,00, seis unidades), rolinho crocante de recheio cremoso e bem temperado. Também valem a visita a suculenta carne de sol acebolada com aipim cozido que derrete na boca (R$ 35,00) e o omaracujá (R$ 4,00), batida de fórmula guardada a sete chaves pelo proprietário. (30 lugares).

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  • Mirantes

    Bar Urca

    Rua Cândido Gaffrée, 205, Urca

    Tel: (21) 2295 8744

    Sem avaliação

    Diante do deslumbrante quadro que escancara a Baía de Guanabara, barquinhos e a Ponte Rio-Niterói ao fundo, o Bar Urca retoma, após breve hiato, o posto de estabelecimento com a melhor paisagem da cidade, que ocupou de 2011 a 2013. O tradicional endereço chega à sétima vitória — antes, havia faturado três vezes o prêmio de melhor da orla, entre 2007 e 2009. Com metade dos votos desta edição, superou concorrentes de peso, como o Bar d’Hôtel, de frente para as areias do Leblon, e o Bar do Tino, o vencedor de 2015, no topo do Morro dos Prazeres. Na disputada mureta, o programa é prazeroso a qualquer hora, da saída da praia às noites de lua cheia, passando por aquele momento do lusco-fusco, quando o cenário ganha tons de dourado. À sombra de frondosas amendoeiras, o visual é apreciado entre goles de Bohemia, Amstel (R$ 12,00 cada uma), Original e Serramalte (R$ 14,00), todas em garrafa de 600 mililitros trincando de gelada. Deliciosos salgados, fritos e assados, são consumidos aos montes. O famoso bolinho de bacalhau divide a preferência com o pastel de camarão (R$ 4,50 cada pedido), que ainda pode vir com recheio de siri, pelo mesmo valor, queijo ou carne (R$ 4,00 a unidade). As empadas, a R$ 6,00, de palmito, carne-seca ou camarão, não ficam atrás. Quem procura mais conforto pode subir ao salão refrigerado e desfrutar saborosos pratos à base de frutos do mar, mas o prêmio vai mesmo para o original posto avançado, à beira d’água — que outro endereço mantém seus clientes do outro lado da rua? A propósito: durante a Olimpíada, o balcão improvisado ainda vai servir de camarote para as competições de vela, já que a principal raia será disputada logo ali, aos pés do Pão de Açúcar.

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Bares variados / Botecos

    Cachambeer

    Rua Cachambi, 475, Cachambi

    Tel: (21) 3597 2002

    1 avaliação

    Era uma vez um pé-sujo que, comprado por um cliente fiel — e durante uma bebedeira —, transformou-se em um dos endereços do gênero mais conhecidos da cidade. Marcelo Novaes, o atual proprietário, aumentou o espaço e o número de funcionários, convocou o cozinheiro Antonio Gerardo, o popular Pança, e fez do negócio um sucesso. Novaes, visto por lá com frequência, e bebericando, avisa: “Só não servimos salada”. Um cartão de visitas do cardápio é o infarto completo: conjunto opulento de tira-gostos que inclui torresmo, coração, aipim, alcatra de sol, carne-seca, farofa, linguiça calabresa e manteiga de garrafa (R$ 107,90, para quatro pessoas). Na mesma linha, a tábua hipertensão traz cordeiro, paio, camarão à milanesa, bacon fatiado, picanha de sol, costela de porco, farofa de carne-seca e molho barbecue (R$ 112,90). Churrasqueiras na rua espalham o aroma do preparo da costela no bafo, o carro-chefe local. A carne fica marinando por doze horas e é cozida durante outras seis. O prato, farto, para duas pessoas, é vendido por R$ 98,90, guarnecido de arroz, farofa de ovo e batata frita. Enquanto espera, peça o chope gelado, da Brahma, em tamanhos variados. As alternativas, dependendo da sede, incluem a tulipa (R$ 6,10, 300 mililitros) e o garotinho do pança, homenagem ao cozinheiro (R$ 9,20, 500 mililitros). Orgulhoso, o dono do negócio informa que chegam a ser vendidos cinquenta barris por semana.

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  • Bares variados

    Da Gema

    Rua Barão de Mesquita, 615, Tijuca

    Tel: (21) 3549 0857

    Veja Rio
    Sem avaliação

    É caso de paixão à primeira mordida. Crocantes, dourados e sequinhos por fora, os cubos de polenta frita, de interior macio, amparam bem temperadas lascas de rabada que desmancham na boca. Essa explosão de sabores chega à mesa em porção de doze canapés (R$ 40,00). A adaptação do tradicional prato de botequim, bolada pela dupla de cozinheiros de mão-cheia Luiza de Souza e Leandro Amaral para aproveitar a carne que sobrava da receita original, acabou virando um dos maiores hits do inventivo cardápio do Da Gema. Havia fortes concorrentes na categoria estreante: o bolinho de arroz do Momo, o porquinho de quimono do Bar da Frente e o bolinho de feijoada, criado por Kátia Barbosa no Aconchego Carioca e importado pelo Rivalzinho. A aparência simples do melhor petisco da cidade não condiz com seu preparo elaborado. Primeiro, o rabo de boi fica marinando em temperos da noite para o dia. É então dourado na cebola e cozido na pressão. Em seguida, a carne é refogada no próprio caldo, sem a gordura, junto a molho de tomate e agrião, antes de ser desfiada. Enquanto isso, a mistura de fubá, água, azeite, sal e pimenta vai ao fogo baixo por uma hora e é despejada em um tabuleiro para, depois, ser cortada em quadradinhos e frita. O esforço compensa: são vendidas mais de 540 porções por mês. Não é a primeira vez que as experiências de Luiza e Leandro são consagradas pelo júri de COMER & BEBER: em 2012, a casa levou o prêmio de melhor cozinha e, dois anos depois, voltou a ser laureada por sua famosa coxinha de frango (R$ 6,00), servida às terças. Invenção mais recente, o pirãozinho de costela é oferecido no copinho, com agrião (R$ 13,00). Completam a visita cascos sempre gelados de Original ou Heineken (R$ 11,50, 600 mililitros).

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  • Cachaçarias

    Galeto Sat's

    Rua Barata Ribeiro, 7, Copacabana

    Tel: (21) 2275 6197 ou (21) 2543 8841

    Veja Rio
    Sem avaliação

    O salão pequenino, de acesso espremido entre as primeiras mesas e o balcão que protege a churrasqueira, é frequentado por tribos variadas. Trabalhadores procuram o almoço nos dias úteis, famílias tomam conta do mesmo horário no fim de semana, vizinhos fiéis jantam cedo por lá e o pessoal da praia faz escala nos fins de tarde. Mas é noite adentro que o Galeto Sat’s vira uma festa. De madrugada, as turmas se misturam e são todos, menos os chatos, recebidos de forma hospitaleira por Sérgio Rabello. Dono do negócio desde 2008, ele é, de bom grado, responsável pelo bom funcionamento da saideira — Elaine, a mulher, Rafaela e Raoni, os filhos, ajudam no dia a dia. Segundo o horário oficial, a casa fecha às 4 horas, mas, dependendo da conversa, o expediente continua, de portas cerradas, até o dia clarear. Abastecem a boemia tulipas de chope Brahma (R$ 6,50, 350 mililitros) e as sugestões do braseiro. Dois hits locais são a linguiça (R$ 5,00) e o galeto crocante e macio ao molho sat’s, de laranja, limão, ervas, alho e pimenta (R$ 28,00). A opulenta farofa, com pouca farinha e meia dúzia de ovos (R$ 18,00, a meia porção), serve de guarnição ou tira-gosto, devorada de palito. Quando engata conversa, o anfitrião não perde a chance de mostrar seu orgulho: os mais de 300 rótulos de cachaça que enfeitam prateleiras e animam brindes. Ele ensina detalhes sobre preciosidades como a paraibana Cigana, envelhecida em carvalho (R$ 15,00 a dose), ou a gaúcha Weber Haus Reserva, que passa por bálsamo e carvalho francês (R$ 18,00). Com esses atrativos, o lugar foi, quase por unanimidade do júri, consagrado pela segunda vez a melhor saideira da cidade. Mas deve surgir em breve um rival à altura: Serjão, como é conhecido, está levando uma filial do campeão para Botafogo, pilotada ao lado do filho Raoni.

    Preços checados em julho de 2016.

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  • Botecos

    Pavão Azul

    Rua Hilário de Gouveia, 71, Copacabana

    Tel: (21) 2236 2381

    Sem avaliação

    Vencedor da edição do COMER & BEBER em 2013 na categoria melhor boteco, o tradicional endereço costuma atrair tanta gente que, para desafogar, ganhou uma curiosa filial a poucos metros da matriz. Trata-se de um estabelecimento simples e bem cuidado, como revelam detalhes que vão da cozinha à limpeza do banheiro. Em torno das mesas nos salões ou na calçada mesmo, a freguesia devora pataniscas, o carro-chefe local, bolinhos de bacalhau sem batata (R$ 12,00, quatro unidades). Outros petiscos atraentes são o escondidinho, de camarão ou de carne-seca (R$ 13,00), e pastéis de camarão, carne, queijo ou queijo com tomate seco (R$ 2,80 a unidade). O generoso risoto de camarão (R$ 34,00), sugestão infalível de prato principal, ganha, no sábado e no domingo, a concorrência do arroz de polvo (R$ 34,00). O chope é Brahma, custa R$ 5,50 e divide as atenções com garrafas de Bohemia, Original (R$ 10,00 cada uma) e Serramalte (R$ 11,00). Preço checado em julho de 2016.

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  • Bares variados

    Pontapé Beach

    Outros Praia da Ribeira, 63, Ribeira

    Tel: (21) 3495 2285

    Sem avaliação

    Uma das novidades da casa neste 2015 foi uma incrementada na programação musical. Sempre às quartas, a cada quinze dias, Cleber Augusto, ex-integrante do grupo Fundo de Quintal, comanda a roda de samba, recebendo convidados ilustres. Arlindo Cruz, Jorge Aragão e Dudu Nobre já passaram pela casa na Ilha do Governador. Nas outras quartas-feiras, a batucada fica por conta da Roda de Samba do Boêmio, liderada por Bicudo, compositor da escola de samba União da Ilha. Quinta e domingo também são dias de samba. Essa festa toda é embalada por garrafas de cerveja de 600 mililitros das marcas Antarctica, Brahma (R$ 9,00), Heineken e Original (R$ 10,50). Escolher o que beliscar é um problema, devido à grande variedade de petiscos e ao capricho com que tudo é preparado por lá. Asinhas de frango recheadas de provolone ou de calabresa (R$ 38,00, dez unidades), além das porções de moela (R$ 17,00) e de costelinha de porco (R$ 29,00), são pedidas disputadas. No sábado e no domingo, os únicos dias em que a casa abre para o almoço, faz sucesso o feijão d’avó dea (R$ 44,00, para duas pessoas), nome divertido para a tradicional feijoada.

    Preços checados em outubro de 2015

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Fonte: VEJA RIO