Encanto eterno

Charles Fricks ocupa o Teatro Poeira a partir de terça (8) com o monólogo O Filho Eterno, de Cristóvão Tezza

Durante os ensaios para o monólogo dramático O Filho Eterno, Charles Fricks não escondia um certo temor: como os espectadores reagiriam à penosa história sobre um pai que rejeita o filho portador da síndrome de Down? Apresentada pela primeira vez em junho de 2011, a montagem tornou-se um marco na carreira do ator, responsável pelos prêmios Shell e APTR que ele ganhou naquele ano. E, desde a estreia, segue no palco. Foram mais de 200 sessões para 32?000 espectadores em 47 cidades. Baseada no livro homônimo de Cristóvão Tezza, com adaptação de Bruno Lara Resende e direção de Daniel Herz, a peça está de volta ao Rio: vai ocupar o Teatro Poeira a partir de terça (8). ?É o tipo de espetáculo que eu posso montar mesmo estando em cartaz com outro. Acho que vou fazê-lo para sempre, enquanto tiver prazer e vitalidade para contar essa história?, diz Fricks.

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