Em onze episódios

O filme coletivo Mundo Invisível reúne cineastas brasileiros e gringos

Na Avenida Paulista, dois homens tentam bater um papo, mas são interrompidos todo o tempo pelo barulhinho irritante de seus celulares. Para prosear em paz, tomam uma providência: telefonam um para o outro. A partir dessa ideia, com um quê de anedota, o português Manoel de Oliveira dirigiu o segmento mais gracioso do filme coletivo Mundo Invisível, idealizado pelos então organizadores da Mostra Internacional de São Paulo, Leon Cakoff (1948-2011) e Renata de Almeida. Mais onze cineastas foram convidados a participar do projeto sobre invisibilidade, tema sugerido pelo jornalista e apresentador Serginho Groisman. O grego Theo Angelopoulos retratou a pregação de um pastor numa estação de metrô de São Paulo. Laís Bodanzky, no mais redondinho dos onze episódios, preferiu refletir sobre o ofício dos atores, no formato documental. São exceções, infelizmente. Realizadores como Atom Egoyan e Wim Wenders experimentam timidamente, sem deixar lembranças.

✪✪ Mundo Invisível, vários diretores (Brasil, 2012, 93min). 12 anos. Espaço Itaú de Cinema 4.

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