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As exposições Vivendo no Vermelho e Tarsila do Amaral - Percurso Afetivo são as dicas da semana

EXPOSIÇÕES

TARSILA DO AMARAL – PERCURSO AFETIVO.

Relíquia de família, um diário de viagens inspira a mostra, a primeira dedicada à artista paulista realizada no Rio desde 1969. No caderno, Tarsila do Amaral (1886-1973) guardou ingressos, fotos e outros registros das muitas andanças que fez nos anos 20, quase sempre ao lado do modernista Oswald de Andrade (1890-1954), com quem foi casada. Impressões colhidas mundo afora ? França, Grécia, Egito e Síria foram alguns dos seus destinos ? refletem-se no acervo que será exibido para o público, no CCBB, a partir de terça (14). Foram reunidas 82 obras, além de objetos pessoais, o diário entre eles. Na lista das telas, a nata da coleção, estão Chapéu Azul (1922), criação do início de carreira, Antropofagia (1929), marco de sua fase mais importante, e a pouco conhecida O Lago (1928).

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VIVENDO NO VERMELHO. Inaugurada em outubro do ano passado, a galeria Graphos: Brasil, em Copacabana, está apenas na terceira exposição ? e no terceiro acerto. Depois de abrigar individuais de Ivan Cardoso e Jorge Fonseca, o espaço no 2º andar do centro comercial conhecido como shopping dos antiquários surpreende com uma coleção unida pela presença do vermelho. São sessenta trabalhos produzidos por dezenove criadores de nove países. De Anish Kapoor é exibida uma rara litografia ? até hoje, o artista indiano, naturalizado inglês, famoso pelas esculturas de grandes dimensões, só incursionou pelas artes gráficas em duas séries. Vik Muniz comparece com a cativante foto Lengiz! After Ródtchenko ? Gordian Puzzle. Surpreendem ainda as obras de autores anônimos concentradas na Sala Chinesa, dominada por uma instalação de dezesseis esculturas de louça e estilo kitsch. Walter Goldfarb, outro dos brasileiros escalados, provoca impacto com a imensa pintura Do Flagelo e de Eros XII, inspirada na Pietà do italiano Giovanni Bellini (1430-1516).

Para saber onde conferir as mostras, leia na coluna Exposições

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