Para Gustavo Gasparani

O ator estrela, sozinho em cena, a adaptação de Ricardo III, clássico de William Shakespeare que estreia no sábado (11) no Espaço Sesc

Como uma peça grandiosa como Ricardo III virou um monólogo?

A peça tem 54 personagens com falas, além do coro, e quase quatro horas de duração. Radicalizamos a centralização no protagonista. O ator-narrador que conta a história é como uma criança, brinca e imagina os elementos da trama.

Você estrelou Édipo Rei e agora fará Ricardo III. Qual é o peso de interpretar personagens tão importantes?

É um desafio sem limites para um ator. Sófocles e Shakespeare nos oferecem, cada um a seu modo, o que de melhor o teatro pode ter. No meu caso, as propostas de cada um desses espetáculos são tão diferentes que tudo fica mais instigante. Édipo Rei foi mais tradicional e Ricardo III tem uma pegada contemporânea.

Seus quatro últimos musicais tinham ligação com o Rio. Foi só uma coincidência?

Falar do Rio, da minha cidade, me interessa e me instiga. Todos os meus espetáculos trazem esse olhar, pelo menos até agora. Mas também adoro os musicais da Broadway. Acabo de escrever um inspirado no Zeca Pagodinho.

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