Carioca anfitrião

São vários os projetos que podem ajudar o carioca a abrir os braços para o Rio

 

Partindo para a açãoQue o carioca é apaixonado pela sua cidade, isso o Brasil inteiro já sabe. Agora, o que nem todo carioca percebeu é que tem um papel essencial antes, durante e depois da sequência de megaeventos que vão movimentar o Rio de Janeiro até o final de 2016.

Como bom anfitrião, é preciso estar preparado para receber o resto do mundo. Como bom cidadão, chegou a hora de parar de pensar e agir. Diante deste cenário, as palavras transformação e engajamento ganharam um enorme peso, estimulando o surgimento de várias iniciativas e projetos que tentam dar uma forcinha para que o brasileiro – principalmente os cariocas – tenha a oportunidade de arregaçar as mangas e partir para aprática. Aparentemente, é exatamente isso o que eles querem. De acordo com a pesquisa “O Sonho Brasileiro”, realizada pela Box 1824, 74% dos jovens do país afirmam “se sentir na obrigaçãode fazer algo pelo coletivo no seu dia a dia” e 79% concordam em “utilizar parte do seu tempo para ajudar a sociedade”.

Aproveitando essa disposição, a jornalista carioca Mariana Ribeiro, 27 anos, junto com um grupo de amigos, idealizou o projeto “Imagina na Copa”. “Diante de tanto pessimismo e vontade de criticar, resolvemos criar algo que tenha uma postura de mudança de atitude: apontar soluções, em vez de problemas. Reclamar tem lá a sua função, mas precisamos ter uma atuação mais propositiva para a cidade”, afirma.Com essa pegada, o Imagina na Copa reuniu um grupo de “capitães” e uma multidão de seguidores que, em uma força-tarefa, realizam missões em diversas cidades do Brasil, incluindo o Rio, procurando promover uma virada no Brasil até a Copa do ano que vem. “Temos que preparar a cidade não só para os turistas e os eventos, mas também para quem vive aqui”, diz Mariana.Uma das ações, que aconteceu no Rio, envolveu 1,6 mil participantes e tinha a intenção de trabalhar o desapego das pessoas, ao fazer com que elas doassem seus livros, e estimular o consumo colaborativo, tornando possível a leitura de um novo livro por outros, sem que precisassem comprá-lo. “Nessa missão, pedimos que as pessoas escolhessem um livro importante, mas que estava sem uso, escrevessem uma dedicatória a alguém, contando sobre a experiência com a leitura, imprimissem o marcador-tema da missão e deixassem em um local público como no ônibus ou em um banco de praça”, explica.Que tal se juntar a eles ou a várias outras iniciativas que estão pipocando por aí? Ou então formar a sua própria turma e começar na região onde você mora? O que não dá é pra ficar parado. Abra os braços para o Rio de Janeiro.Acompanhe mensalmente nas páginas de Veja Rio o projeto “Com o Rio, de Braços Abertos”, poste fotos e comentários nas redes sociais http://www.facebook.com/vejario e http://www.instagram.com/vejario, comente as matérias no site de Veja Rio e fale conosco pelo e-mail bracosabertos@abril.com.br. Identifique seus conteúdos com as hashtags: #bracosabertos e #riodebracosabertos.Links relacionados:http://osonhobrasileiro.com.br/http://imaginanacopa.com.br

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