Microterroir macro sabor
26 setembro 2011 | 5 comentáriosPor Marcelo Copello
Estive no Chile como Mário Geisse, o mestre do Carménère. Mário é enólogo da Casa Silva, no Vale de Colchagua, e também faz vinhos no Brasil (os excelentes espumantes Geisse). Ele me mostrou in loco, no vinhedo, as particularidades desta uva emblemática do Chile. Depois, na vinícola, conheci o processo artesanal da elaboração de um de seus principais vinhos, o Carménère Microterroir.
Abaixo alguns vídeos que fizemos lá. Peço desculpas pelo som que está ruim devido ao vento. Vejamos algumas aulas com mestre Mário e depois a minha avaliação de alguns dos vinhos Casa Silva:
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Marcelo Copello “apresenta” Mário Geisse à Carménère
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O que é “microterroir”, 1ª parte
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O que é “microterroir”, 2ª parte
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Uma barrica diferente
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Vinhos provados:
Os vinhos da Casa Silva são representados pela Vinhos do Mundo www.vinhosdomundo.com.br
Sauvignon Blanc Cool Coast 2010 (R$ 98). Uma explosão de aromas e de acidez natural, com groselha branca, aspargos, ervas , grama cortada, mineralidade. Elegante, boca muito boa, longo, mineralidade aparece no fundo de boca, longo e fresco. Excelente. Nota: 91 pontos
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Microterroir 2006 (R$ 233). Um extrato de Carménère, com tudo o que tem direito e uma boa dose de elegância. Muito rico no nariz, frutas negras maduras, toques vegetais, muitas especirias, boa madeira bem integrada. Paladar de boa estrutura, quente, taninos doces, finos, muito bem equilibrado Nota: 90 pontos
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Aultura 2004 (R$ 448). Elaborado com 50% Carménère, 35% Cabernet Sauvignon e 15% Petit Verdot, com 14 meses em barricas francesas. Um bloco de aromas e sabores, compacto, muito bem integrado entre frutas muito maduras, geléias, madeira, alcaçuz, especiarias picantes, chocolate. A Carménère aparece elegante, longe das extravagâncias de outros vinhos. Na boca é um veludo, redondo, a acidez não é alta (o que é comum com a Carménère), no fim de boca longo e quente. Nota: 94 pontos
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Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com.br)
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