Educação onde você estiver

11 abril 2013 | deixe seu comentário (0)

Por Marcelo Copello

Anunciei aqui há alguns dias meu novo curso de vinhos para celular, dentro da plataforma EDUMOBI, uma parceria da Abril Educação com a VIVO. Pois vejam que bonito o vídeo que a VIVO fez para apresentar o EDUMOBI.

 

 

Lembrem, para se inscrever no curso de vinhos basta enviar de seu Vivo um SMS com a palavra VINHOS para o número 6069, ou acessar o site móvel m.edumobi.com.br/vinhos. Os dois primeiros dias são gratuitos, depois o custo é de R$ 2,99 por semana. Não há nenhum custo adicional, nem de chamadas, nem de mensagem e nem de acessos ao site móvel, é só R$ 2,99 mesmo.

 

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Vinho para milhões de brasileiros

19 março 2013 | deixe seu comentário (0)

Por Marcelo Copello

Caros amigos é com muita alegria anuncio um projeto que consumiu 3 anos e investimentos de R$ 6 milhões.

A Abril Educação*, em parceria com a Vivo, lançou um serviço que promete revolucionar o ensino no Brasil, em especial o do vinho. A Edumobi, rede de ensino móvel, oferece cursos de diversos temas, e um deles é sobre nossa bebida predileta, e o autor sou eu mesmo, Marcelo Copello.

Até julho, os cursos serão oferecidos apenas aos clientes da operadora Vivo. Depois, serão estendidos a usuários de outras empresas. “Em 2014, queremos estar em todas as operadoras”, diz Alex Pinheiro, idealizador e presidente da Edumobi. O sistema permite que qualquer pessoa que tenha um celular, mesmo que não seja um smartphone, faça os cursos.

Para se inscrever no curso de vinhos basta enviar de seu Vivo um SMS com a palavra VINHOS para o número 6069, ou acessar o site móvel m.edumobi.com.br/vinhos. Os dois primeiros dias são grátis, depois o custo é de R$ 2,99 por semana. O aluno terá acesso a um portal de voz, onde poderá ouvir aulas de seu professor, um site móvel e além disso receberá via SMS perguntas que medirão seu conhecimento. “Todas as tarefas realizadas pelo aluno valem pontos, como num jogo. Isso ajuda a motivá-lo”, afirma Pinheiro.

O público alvo da Edumobi é a classe média emergente, principalmente quem está longe dos grandes centros e com menos acesso ao ensino convencional. O conceito é usar a capilaridade do celular para chegar a pessoas que não teriam acesso a esse tipo de conhecimento.

Hoje temos mais de 250 milhões de linhas de celular ativas no Brasil, ou seja, mais de um celular por habitante em média. Um curso de vinhos em linguagem simples e baixo custo, acessível de qualquer lugar de nosso território, é um fato que pode ajudar a alavancar nosso baixo consumo per capita. Esta promete ser uma das mais importantes novidades do mercado de vinhos em 2013.

*Empresa do Grupo Abril, do qual faz parte a Editora Abril, que publica VEJA e VEJA RIO
Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com.br)

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Wine Business na FGV

27 agosto 2012 | deixe seu comentário (0)

Por Marcelo Copello

 

Pessoal, uma boa dica, o Rio será brindado com um MBA em vinho na FGV, começa semana que vem, corram!

 

Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com.br)

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Como comprar vinhos

02 maio 2012 | deixe seu comentário (0)


Por
Marcelo Copello

 

“Só a primeira garrafa de vinho é cara” – provérbio francês.


Pode-se ver o vinho sob diversos ângulos: como um saudável alimento; como uma mera bebida alcoólica; como símbolo de status, sofisticação e, eventualmente, esnobismo; como história líquida que acompanha a espécie humana desde os primórdios da civilização; como fonte inesgotável de prazer e descobertas; e, também, como um produto comercial. Abordaremos aqui este último aspecto, mais especificamente o momento da compra.

 

O vinho é um produto de variedade infinita. Existem literalmente milhares de rótulos a disposição do consumidor brasileiro. Então qual deles escolher? Para um enófilo inexperiente, a compra pode significar ansiedade e expectativa na escolha de uma boa garrafa.

 

O “vinho bom” nada mais é do que o que melhor se adapta a seu gosto pessoal, ao seu poder aquisitivo, e à ocasião a qual se destina (temperatura do ambiente, companhia, comida e estado de espírito). Muitos tem como regra única de compra o “quanto mais caro, melhor o vinho”. Preço, contudo, não caminha par-e-passo com qualidade. É simplesmente resultado da oferta e procura. Um Romaneé Conti pode custar 10 vezes o preço de um Château Latour. Conclui-se, então, que seja 10 vezes melhor? Não, conclui-se apenas que existem menos garrafas de Romanée Conti disponíveis e/ou mais pessoas dispostas a pagar por elas.

 

Existem “vinhos bons” para todos os gostos, bolsos e ocasiões. Vejamos algumas dicas para amenizar suas dúvidas na hora da compra:

 

Procure uma loja ou importadora com boa variedade. O primeiro aspecto a se observar é a origem, um produtor renomado garante um padrão de qualidade, embora nem sempre os preços compensem. Nomes desconhecidos podem ser boas descobertas, mas com uma dose de risco. Não deixe também de observar se existem safras recentes, se o estoque está sendo renovado.

 

A boa conservação é fundamental, desde a origem até a prateleira. Portanto, procure garrafas trazidas por bons importadores, em containers climatizados. Supermercados normalmente desligam o ar-condicionado à noite, portanto cuidado ao adquirir exemplares mais frágeis (espumantes, brancos e tintos ligeiros) neste locais.

 

Examine o estado do rótulo. Você não vai beber o rótulo, mas se estiver danificado indica maus tratos à garrafa. Observe como estas estão sendo conservadas. Não compre se ficaram numa vitrine expostas ao sol. Observe o nível de líquido na garrafa, compare com outras do mesmo vinho. Se o nível estiver baixo, não compre. Ao achar um exemplar desconhecido a preço atraente, adquira apenas uma unidade para provar antes de fazer uma aquisição maior.

 

Olhe a garrafa contra a luz. Repare na cor do vinho, quanto mais escuro mais corpo terá. No caso dos brancos de mesa uma cor muito dourada, escura, pode indicar que está oxidado. Por outro lado, se você observar pequenos cristais boiando e brilhando, não se preocupe, trata-se apenas do bitartarato de potássio (sal que se forma naturalmente na fermentação e que não tem gosto nem cheiro).

 

Outro aspecto interessante de se observar é o formato da garrafa, que pode indicar origem (Bordeaux, Borgonha, Alsacia etc) e também, de certa forma, qualidade. Observe seu fundo. Quanto mais profunda a reentrância, mas resistente do recipiente. Pode-se observar que, geralmente, em vinhos diferentes do mesmo produtor, quanto maior a concavidade do fundo da garrafa maior a qualidade do produto. Esta dica ajuda mas não é infalível, já que hoje há muitos produtos medíocres com garrafas imponentes, e vinhos honestos, mais tradicionais, que ainda não modernizaram suas embalagens.

 

A safra é muito importante, portanto tenha em mãos uma tabela de cotação de safras, que pode ser conseguida facilmente, em catálogos de importadoras ou na internet. Lembre-se que a maioria dos vinhos não melhora com a idade, principalmente os brancos. Os de guarda custam mais caro com o passar dos anos, por isso desconfie de safras antigas a bom preço.

 

A origem também é muito importante, quanto mais específica melhor. Indicações como “Mis en bouteille à la propreieté” ou “Mis en bouteille au Château” (França), “Imbottigliato all’origine” (Itália), “Erzeugerabfullung” (Alemanha), “Embotellado en el Origen” (Espanha, Chile e Argentina), “Estate Wine” ou “Estate Bottled” (EUA, Austrália, África do Sul e Nova Zelândia), indicam que a bebida foi engarrafada por quem o produziu, o que é uma indicação de qualidade.

 

Outra observação interessante é uma lógica informal que existe nos rótulos de qualquer lugar do mundo. O destaque que se dá ao nome da região, do vinho ou do produtor. Analisando: quando o nome da região, por exemplo “Bordeaux” vem em destaque e o nome do “Château” vem abaixo e mais discreto, isto pode significar que dentro de Bordeaux este Château não é importante. Por outro lado, se o nome do vinho ou do produtor vem acima e com letras maiores que o da região, pode significar que este é um dos nomes importantes daquela região.

 

Procure também experimentar novidades. Só na Itália existem mais de 100.000 rótulos diferentes, por quê se limitar apenas aos Chiantis e Valpolicellas?

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Marcelo Copello (mcopello@bacomultimidia.com)

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O vinho do dia seguinte

14 março 2012 | deixe seu comentário (0)

Por Marcelo Copello

 

Algumas vezes abre-se uma boa garrafa de vinho que acaba não sendo totalmente consumida. Como fazer, então, numa situação como esta, para conservar a bebida? É uma pergunta que me fazem com freqüência nos cursos que ministro para iniciantes no assunto. Lamento dizer, mas uma vez a garrafa aberta a deterioração é apenas uma questão de tempo. Mas quanto tempo? O processo é gradual. A cada dia o vinho estará um pouco mais oxidado, até atingir um ponto em que se tornará imbebível. Pode demorar horas ou dias, mas nenhum vinho escapa à decrepitude e jamais será igual no dia seguinte. Podemos, contudo, usar de artifícios para retardar o processo de perda de qualidade.

A maneira mais óbvia e menos eficiente de conservar uma garrafa aberta é simplesmente arrolhando-a e colocando-a na geladeira. A refrigeração retardará a oxidação.

Há no mercado uma série de acessórios destinados a conservar garrafas de vinho abertas. O mais conhecido é o vacu vin, uma bombinha de sucção e rolhas de borracha que funcionam como válvulas. Com esse aparato pretende-se retirar o ar de dentro da garrafa. Além de o vácuo não ser perfeito, parte dos aromas do vinho sai junto com a operação. Você pode ver e adquirir esse e outros acessórios que visam a conservação de garrafas abertas em vários sites na internet ou em lojas especializadas.

Vacu vin

 

O método mais profissional, usado na maioria dos restaurantes que oferecem vinho em taça, recorre ao mesmo gás. São câmaras de nitrogênio para várias garrafas; dali o vinho é servido por meio de mangueiras. É perfeito, mas conforme a capacidade pode custar alguns milhares de dólares.

Para mim a grande dica é um método caseiro, que é o mais barato, mais simples e que me mais me agrada: a utilização de meias garrafas (de 375 mililitros). Ao abrir uma garrafa grande, transfira metade do conteúdo para a menor, que deve estar perfeitamente limpa. Encha-a por completo e depois arrolhe com a própria rolha do vinho a ser bebido ou com outra qualquer, desde que bem limpa. Assim o vinho pode resistir dias ou até semanas.

Conservar espumantes abertos é tarefa ingrata e, convenhamos, abrir um champanhe e não consumi-lo todo vai contra o espírito desta bebida e deveria estar no Código Penal. Caso você cometa esse crime, existe um vacu vin para esse tipo de vinho, que bombeia ar para dentro da garrafa, mantendo a pressão.

O caso dos fortificados, como o Porto, é mais simples. Podemos dividi-los em duas categorias: os que amadureceram longo tempo em madeira, como os Tawnies (10, 20, 30 e 40 anos), e os demais, que foram logo engarrafados, como os Vintage. Os primeiros, por terem passado por um longo estágio de oxidação em sua elaboração, podem resistir tranqüilamente vários dias depois de abertos, embora percam gradativamente seus aromas. Os outros devem ser bebidos logo, como qualquer vinho de mesa.

Caso não seja possível consumir toda a garrafa, não se preocupe. Afinal, o vinho não foi feito para nos causar preocupações e sim dar prazer. Deguste-o no dia seguinte, tendo apenas consciência de que, com a passagem do tempo, ele decairá até oxidar por completo. Se uma garrafa for demais para você, aproveite o pretexto e convide alguém. Com um bom vinho, não é difícil conseguir companhia.

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Marcelo Copello

 

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