Homenagem ao centenário do Santos, carioca por adoção
16 abril 2012 | deixe seu comentário (0)No último sábado, 14 de abril, celebrou-se o centenário do mais carioca dos times de fora do Rio, o Santos Futebol Clube. Tudo por causa da relação de amor entre o time dos anos 50 e 60, o tal Santos de Pelé, com o Maracanã. Não apenas quando vinha ao Rio como visitante, mas principalmente quando elegia o Maracanã como sede das partidas decisivas das competições internacionais de que participava. Sem falar no milésimo gol de Pelé, marcado contra o Vasco, em jogo pelo Rio-SP de 1969.
Quanto aos jogos internacionais, no bicampeonato da Libertadores e do Mundial de 1962 e 1963, o Santos usou o Maracanã em três dos quatro confrontos, jogando na Vila apenas na decisão de Libertadores de 1963 contra o Peñarol. Relembre os outros jogos:
Libertadores 1962, 1º jogo da decisão, Santos 3×2 Boca. O título veio com outra vitória no segundo jogo, na Bombonera.
Clique aqui e veja os gols de Santos 3×2 Boca
Mundial 1962, 1º jogo da decisão, Santos 3×2 Benfica. O título veio com a histórica goleada por 5×2 no segundo jogo, no Estádio da Luz em Lisboa.
Clique aqui e veja os gols de Santos 3×2 Benfica
Mundial 1963, 2º jogo da decisão, Santos 4×2 Milan e jogo desempate, Santos 1×0 Milan. Os confrontos com o Milan foram os de maior participação da torcida carioca, já que o time vinha de derrota no 1º jogo em Milão e não contava com Pelé, contundido. Tempestade, entradas duras, marcação cerrada de torcida e jogadores contra o atacante Altafini (ou Mazzola, tratado como traíra) e, ao final de 180 minutos muito tensos, título garantido. Anos depois Almir disse que o Santos jogou dopado, acrescentando mais um ingrediente nessa polêmico capítulo da história do futebol.
Clique aqui e veja a história dos três jogos contra o Milan que deram o bicampeonato mundial ao Santos
