A homenagem para Beth Lago

19 novembro 2012 | deixe seu comentário (0)

 

Claudia Jimenez na hora do parabéns

 

Brilhantes no peito da aniversariante, muitos beijos, carinho e mais de 150 convidados marcaram a festa de aniversário de Claudia Jimenez, no Clube Marimbas, na orla de Copacabana, na noite de ontem. A atriz, que recentemente passou por uma cirurgia na válvula aórtica, comemorou os seus 54 anos rodeada dos amigos de sempre. Miguel Falabela, que estreava uma tatuagem de São Miguel Arcanjo no ombro direito, puxou o parabéns que teve uma homenagem especial para a atriz Beth Lago, que recebeu o primeiro pedaço de bolo. Conversa vai, conversa vem, o que mais se via eram mensagens de amor e muitos beijos na aniversariante. E como em festa o tema “festa” é o predileto das pessoas; todos aproveitaram e já programavam com Carlos Vieira, promoter do camarote Renner no show da Madonna – dia 2 de dezembro-, o seu lugar ao céu, ou melhor, no camorote que ele comanda…

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Lembranças de uma bailarina

16 outubro 2012 | deixe seu comentário (0)

De volta aos palcos com a super produção “Alô, Dolly”, Marília Pêra buscou inspiração no clássico “My fair lady” para viver a viúva casamenteira da nova montagem do espetáculo da Broadway. “Não preciso nem dizer que estou amando fazer esta personagem. Ela me fez lembrar muito dos meus tempos de bailarina. Quando estou em cena, às vezes me sinto com uma novamente”, confessa a atriz. Contracenando pela primeira vez no teatro com o ator e diretor do espetáculo, Miguel Falabella, ela garante que está muito feliz, apesar do trabalho intenso. “O ritmo é puxado, ensaiamos horas e horas, mas me divirto bastante. O elenco é muito querido”, completa Marília.

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Quem será o próximo homenageado?

16 outubro 2012 | deixe seu comentário (0)

Ele já se consagrou como um dos maiores entusiastas e produtores de musicais no Brasil, trazendo espetáculos grandiosos da Broadway para o país, entre eles Hairspray, Xanadu e o, atualmente em cartaz, Alô, Dolly. Mas de onde Miguel Falabella busca a escolha de um determinado espetáculo? “O que me move não é apenas o amor ao teatro, mas sim, o meu amor pelos amigos. Quando decido produzir uma peça, sempre tenho alguém em mente para homenagear, como no caso de Diogo Vilela, em A Gaiola das Loucas”, confessa o ator e diretor, que dessa vez buscou estar ao lado de Marília no palco.

 

Pour Memoire

-Mais um evento internacional vai invadir a cidade. No dia 8 de novembro a cidade receberá um Fórum Internacional de Arquitetura. O urbanista e presidente da associação brasileira, Vicente Giffone, será o responsável pela abertura do evento.

-Mauro Massa, chefe de gabinete da presidência da Eletrobrás, assumiu o comando do Itaipava Country Club

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Suzana Pires: “O Diabo veste Prada”

22 junho 2011 | deixe seu comentário (0)

Suzana Pires, 35, revela em entrevista, como está sendo a construção da personagem Marcela, uma jornalista de moda,  para a novela Fina Estampa.  Ao longo da conversa, ela fala sobre o laboratório no mundo fashion e diz que na vida pessoal se considera uma pessoa de rótulo altamente inflamável

A sua profissão te deixa realizada? Você sempre quis trabalhar como atriz?

Eu me sinto cada dia mais realizada com as minhas profissões, tanto a de atriz quanto a de autora. Agradeço todos os dias poder viver delas. É claro que estou só na fase um e que ainda tem muita água para rolar. Mas, desde criança eu queria ser atriz e também já inventava histórias, então, sinto que a minha vida tem coerência com a minha “criança”, com meu desejo mais essencial.

Como você faz o laboratório para criar uma personagem?

Desenvolver uma personagem do universo de um grande autor como Agnaldo Silva é uma responsabilidade! Eu sempre gostei do laboratório porque me aproxima do ambiente, das emoções e dos valores de cada nicho a que cada personagem pertence. Mas, fazer laboratório não é algo solto, ainda mais quando se trata de ninguém menos do que o diretor Wolf Maia, que dá as coordenadas dos caminhos adequados e também traz para o ator a clara compreensão dos conflitos e da função dramática do personagem. É um trabalho de equipe.

Como está sendo o nascimento de Marcela? Está dando frio na barriga?

Marcela está vindo aos poucos e a medida que ela desabrocha dentro de mim, a tensão vai dando lugar à compreensão. Mas o frio na barriga sempre está lá. É a inquietação artística, algo que não vivo sem.

 E… O Diabo veste Prada?

Claro! O Diabo veste Prada, Chanel, Givenchy, Balenciaga, Yves Saint Laurent, Hermés, graças a Deus! (risos)

Você esteve nas semanas de moda do Rio e São Paulo. O que você pode observar de relevante para a construção da sua personagem?

Quando você olha de longe um universo, é natural que o rotule, mas à medida que você se aproxima o que se vê é o ser humano. E através da generosidade das pessoas da moda com quem conversei, pude ver e sentir isso. Conheci pessoas incríveis, inteligentes, criativas, inspiradas, com um senso de humor único e responsáveis pelo aumento de um mercado artístico brasileiro, muito novo e expressivo. A moda não tem nada de fútil, é culturalmente rica. A moda é arte.  Ainda estou no “mergulho”, então não consigo ainda apontar uma única coisa relevante. Tudo é importante nesse momento.  

Tem uma passagem em que o Miguel Falabela te elogiou e você começou a chorar… Como foi?

Foi em uma festa. Eu fui cumprimentá-lo e ele é sempre muito carinhoso comigo, mas naquele dia ele me deu um abraço tão forte, que tinha tanta grandeza e elogiou o que eu venho fazendo de uma maneira tão firme e tão carinhosa, que na hora meu coração recebeu aquilo tudo e disparou. Quando eu andei um pouquinho a lágrima escorreu de alegria! Foi discreta, embora muito profunda. E eu não fiquei emocionada somente com o elogio, mas com a grandeza e com a generosidade do Miguel em me passar tanta coisa boa e firme naquele abraço e nas suas palavras.

Você é emotiva?

Se a “coisa” bate no meu coração, sim. Pode ser algo corriqueiro, um detalhe, mas se tem verdade e beleza vai me tocar profundamente.

Você carrega a pressão em saber se o público está ou não gostando da sua personagem?

A pressão, acho que não, mas carrego a expectativa se o público vai acreditar na personagem, se vou conseguir atingi-lo de alguma forma: seja rindo, se emocionando, torcendo, sentindo raiva… Meu foco é mergulhar no universo do autor, ouvir o diretor e contracenar com meus colegas, com o objetivo claro de mexer no coração do público com a história da qual o meu personagem ajuda a contar.

O que se leva da vida? 

O que se viveu.

Amigos…

Ótimos, engraçados, leais e verdadeiros!

Família…

Recanto, intimidade e amor.

Sonho de consumo?

Uma casa com jardim, horta e com um ateliê bem grande onde eu possa escrever, costurar, estudar textos, ensaiar, enfim: um lugar onde eu possa deixar a “criança” solta!

Maior medo?

De assalto.

Maior alegria?

Estar em cena.

Alto Astral é tudo?

Tudooooo!!!!

Livro?

O Ovo Apunhalado, do Caio Fernando Abreu.

Filme?

À Procura da Felicidade.

Se você fosse um rótulo, como gostaria de estar especificada?

Cuidado: material inflamável! (risos)

Você não segue muito os padrões dos artistas… Quando você vai a uma festa, você passa que vai para se divertir e não fazer caras e bocas? É isso?

Nunca reparei se o ambiente está caras e bocas, porque eu acordo para ser feliz, bater um bom papo, para tentar dar o melhor de mim em tudo que faço. Gosto de levar a vida de maneira suave, então acaba sendo tudo divertido. Não é uma diversão histérica. Sei lá…mas, refletindo sobre a sua pergunta eu acho que não consigo ser blasé com a vida.

Você gosta de ser verdadeira?

Nunca parei para pensar: “ó, sou verdadeira” (risos)… Mas, tenho um acerto com a vida de ser honesta comigo mesma.  Não de ser a verdadeira, que comete “sincerocídio” e carrega a bandeira da verdade, porque tenho horror a isso! Acredito que cada um tem seu jeito de ser e isso acaba sendo a verdade mais rica de todas! 

 

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