Beleza que não acaba

28 outubro 2011 | deixe seu comentário (0)



Não se espante ao ver Luiza Brunet em mais um comercial de beleza. Aos 49 anos, trabalhando desde os 18, ela vive o melhor momento de sua carreira como modelo. São seis campanhas publicitárias para marcas diferentes. A razão de tanta exposição é simples: de acordo com dados das agências de propaganda, sua imagem vende. E bem. A bela acabou de desarrumar as malas da temporada que passou em Nova York e Los Angeles, onde gravou e fez fotos para mais uma empresa de cosméticos. “Mesmo que o mundo acabe no ano que vem, tenho contrato até 2014”, brinca Luiza, que mostrará todo o seu esplendor, mais uma vez, desfilando como madrinha de bateria da Imperatriz no próximo Carnaval.

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Entrevista Madleine Saade

15 julho 2011 | 2 comentários

imagem Revista Caras

Madleine Saade: “O que choca é o que vende”

Junto com seu ex-marido Humberto Saade, Madleine Saade esteve à frente de um
dos maiores impérios da moda nos anos 70 e 80, a Dijon, marca que lançou
nomes como Vanessa de Oliveira e Luiza Brunet. Em entrevista ela diz que o
que choca é o que vende e se fosse hoje lançaria a Léa T como top model de
sua marca.

Qual a diferença da moda atual para a moda na época da Dijon?

Para estar onde está hoje, a moda brasileira evoluiu muito. Em 1960 e
1970, a gente fazia desfiles com musicais, as roupas eram rasgadas no
palco, usávamos velcro, chocavamos com as modelos de top less. Eu fui uma
das primeiras a colocar Isis de Oliveira e Elke Maravilha desfilando de
top less. Na época, isso era tão avant-garde que escandalizou um pouco,
mas tudo que choca é notícia. Era a mistura do machismo com o nudismo, uma
abertura ao que hoje já se considera normal.
Se pudesse fazer algo diferente naquela época, o que faria?
Continuaria chocando, transformaria uma Lea T, por exemplo, em uma top
model. O assunto é atual, mas as pessoas ainda omitem. Eu nunca omiti a
verdade, mas a gente tem que ter uma cabeça aberta, sem chocar, mas
chocando, a verdade é essa. Acho que o diferencial sempre vendeu. Hoje
para gerar negócio tem que escandalizar, o normal não vende.

Foi você quem descobriu a Luiza Brunet. O que você buscava que te chamou a
atenção nela?
Ela não era tão magra, tinha uma beleza selvagem, era uma beleza
brasileira, tinha a ver com os trópicos… Era a Xuxa ou Luiza e eu achei
que Luiza tinha um corpo escultural, tinha um corpo daquilo que eu queria
lançar. Eu não gostava da Xuxa. A Luiza era diferente, tinha o corpo cheio
e a mulher brasileira podia sonhar em usar aquilo que ela usava… Se eu
escolhece uma mulher mag érrima, on de qualquer roupa cai bem, não teria o
mesmo impacto, o desejo de consumo não seria tão grande.

Hoje em dia as celebridades lotam as passarelas nas semanas de moda. O que
é celebridade pra você?
Na minha época, celebridade eram os intelectuais. Hoje elas saem dos
Realities shows. Mas a gente tem que acompanhar a evolução. O mundo sempre
foi dos originais. Do século passado até hoje, quem se sobressaiu foi quem
fez diferente.
Nos seus desfiles na Dijon as mulheres de top less eram a sensação. Você
acha que de um tempo pra cá houve uma exploração maior da imagem feminina?
Acho que sim, hoje é até um pouco exagerada demais, mas acho que tudo isso
vai acabar… tudo isso é cíclico. Tudo que chega nos limites, volta, se
recicla… Nada se cria, tudo se copia, diz o ditado, não é? A gente vai
chegar numa época que isso vai ser normal, vai deixar de ser novidade e
en tão, have rá um retorno. Isso é a moda.

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Engenhão, Fogo de Chão e mais…

14 julho 2011 | deixe seu comentário (0)

O estádio do Engenhão pode trocar de nome em breve e passar a se chamar
estádio Eletrobrás. As negociações para isso estão adiantadas.

Empregando gente de outro estado
Para já abrir com uma equipe treinada, a churrascaria Fogo de Chão trouxe
do sul toda a sua equipe de garçons, que estão hospedados em um hotel na
Lapa… Além disso, a churrascaria promete uma novidade: em breve todos os
cardápios serão em iPads. Chique, não?

Incorporando o sobrenome

Francisco, mordomo que há mais de 30 anos trabalha para o empresário
Humberto Saade – o homem que fez a Dijon e tops como Luiza Brunet –
literalmente incorporou o sobrenome do chefe em seu cartão de visitas.
Quando ele conhece uma pessoa entrega o cartão de nome Chicão Saade.
 

 

A próxima externa do programa Amor e Sexo será com garotas de programa.

A chapa vai ficar quente com as perguntas da produção…

Lionel Richie fica literalmente sem falar
Eventualmente os cantores desaceleram as rotinas de apresentações para preservar a voz. Até aí, tudo bem. Mas, o cantor americano Lionel Richie vai além. Essa semana ele está fazendo descanso vocal. Além de não fazer shows, durante este período ele fica literalmente sem falar

 

Rede social para bebês ainda em gestação
Diogo Boni
e Fernanda Pontes criaram um twitter para a filha que ainda
está na barriga da mãe @maluzinhapontes e eles se divertem postando como
se fosse a menina. Realmente, é cada uma que parece duas.

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