Adultério sem deixar rastros
19 agosto 2011 | deixe seu comentário (0)O Brasil desponta como grande e nova promessa… na rota da infidelidade conjugal. No mês passado, com apenas uma semana de vida por aqui, o site de relacionamento para infiéis Ohhtel contabilizou número recorde de cadastros se comparado ao dos outros três países onde está presente: foram 63.317. Nos Estados Unidos, nação com mais internautas, o site angariou apenas 10.993 usuários durante o mesmo período. Na Argentina, 30.114 se cadastraram nos primeiros sete dias. No Chile, 17.017. O similar Second Love também funciona no país reunindo a turma disposta a trair com segurança, mas a novidade, agora, é o site canadense Ashley Madison, suprassumo no mercado da traição. Noel Biderman, fundador da página, esteve no Rio nesta semana para o lançamento do conteúdo em português.
Ele e Jas Kaur, diretora da empresa em assuntos relacionados ao Brasil, investigam o perfil de homens e mulheres brasileiros que mantêm relacionamentos fora do casamento. A dupla já percebeu, por exemplo, que, por aqui, a média de idade dos homens que procuram amantes na Internet é menor que a do resto do mundo. E que a maioria das mulheres infiéis é loira (ou pelo menos dizem ser).
Também foram observados os escorregões mais comuns entre os brasileiros que traem. A pedido do GPS, coluna de Paula Neiva do site da revista Veja, eles elaboraram uma lista dos maiores pecados daqueles que pulam a cerca no país, com direito a dicas para fazer a coisa direitinho, sem ser descoberto.
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Por Daniela Pessoa
