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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

A inspiração de Pixels veio de um curta-metragem homônimo, dirigido por Patrick Jean, em 2010. No filminho de dois minutos, personagens de jogos eletrônicos saem de uma televisão para destruir Nova York. O mesmo argumento existe na nova comédia de Adam Sandler, só que com muitos acréscimos para a trama ter fôlego e estofo a fim de completar a duração de um longa. A história começa em 1982 enfocando a amizade de Brenner e Cooper, adolescentes fanáticos por fliperama. Nos dias de hoje, Cooper (Kevin James) virou presidente dos Estados Unidos enquanto Brenner (Sandler) faz instalação de televisores e afins. Os amigos ainda se dão bem, mas, por causa das profissões, se separaram. Algo, porém, voltará a reuni-los. A Terra está sendo invadida por personagens dos games da década de 80, como Pac-Man e Centopeia, e Brenner, um nerd desde criança, pode ser capaz de liderar uma batalha. Pixels vem da produtora de Sandler, e um dos roteiristas, Tim Herlihy, assinou vários trabalhos do ator, a exemplo de O Paizão e Gente Grande 2. Ou seja: o terreno pisado é conhecido. Como de hábito, o personagem de Sandler tem a fala mansa, o olhar carente, a malícia com as mulheres e, menino em corpo de adulto, consegue conquistar a fdelidade da molecada. Mas Pixels revela algo bem melhor na brincadeira espirituosa e esperta com ícones dos anos 80, representados por uma cantora pop ou um seriado de TV. Além de repleta de referências (algumas delas seletivas), a fita se segura em efeitos visuais propositalmente ingênuos, na intenção de entrar no espírito da coisa. Por mais que a mistura “comédia de Adam Sandler” e “filme de invasão extraterrestre” não dê liga, Pixels garante uma porção de risadas em clima de deliciosa nostalgia. Estreou em 23/7/2015.

Ficha técnica

Direção: Chris Columbus

Duração: 105 minutos

Recomendação: 10 anos

País/Ano:

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