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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

Após estudar em Cambridge e Princeton, o matemático e prodígio Alan Turing (papel de Benedict Cumberbatch) foi chamado para, junto de um grupo de criptógrafos, decifrar um código nazista durante a II Guerra. Ao chegar à instalação militar secreta Bletchley Park, Turing, um sujeito tão tímido quanto arrogante, foi rechaçado pelos colegas. Sua prepotência, aliada à inteligência, foi decisiva para que seus chefes o colocassem na posição de líder. Trazer à tona a figura de Turing é o maior mérito desse drama, que levou o Oscar de melhor roteiro adaptado. Em desempenho notável, Cumberbatch cumpre à risca o papel: Turing, embora rolasse um clima com sua colega Joan Clarke (Keira), era homossexual. O roteiro, contudo, passa de raspão pela intimidade do biografado para dar ênfase ao seu trabalho, considerado precursor da ciência da computação. Levado em clima de tensão dramática, o longa-metragem faz parte da linhagem de fitas inglesas feitas sob encomenda para concorrer a prêmios. Isso, ao menos, conseguiu. Estreou em 5/2/2015.

Ficha técnica

Direção: Morten Tyldum

Duração: 114 minutos

Recomendação: 12 anos

País/Ano:

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