Meia Hora e as Manchetes que Viram Manchete

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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

“Chorão troca Charlie Brown por Sepultura”. Essa foi a manchete que o jornal carioca Meia Hora estampou sobre a morte do cantor santista. Espirituoso ou espírito de porco? Eis a questão. Com uma linguagem bastante popular, mulheres anônimas seminuas e a trinca futebol-celebridades-crimes, o tabloide é um sucesso comercial da imprensa. O documentário analisa o fenômeno por meio de profissionais como Alexandre Freeland, diretor de redação de 2007 a 2012, e Gigi de Carvalho, ex-proprietária do Grupo O Dia, responsável pela publicação. Em linguagem moderninha (com ilustrações animadas) e ágil edição, a fita perde pontos por não trazer depoimentos de leitores e tem praticamente nos jornalistas e estudantes seu público-alvo.

Ficha técnica

Direção: Angelo Defanti

Duração: 81 minutos

Recomendação: Livre

País/Ano:

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