Mário de Andrade e Seus Dois Pintores: Lasar Segall e Candido Portinari

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Resenha por Rafael Teixeira

De acordo com as palavras de Mário de Andrade (1893-1945), apenas dois pintores de sua época “contavam mesmo” no panorama da cultura brasileira: Lasar Segall (1891-1957), lituano radicado no país no início da década de 20, e o paulista Candido Portinari (1903-1962). Entre esses expoentes do modernismo nas artes plásticas brasileiras estabeleceu-se certa rivalidade, evocada na mostra. Em Mário de Andrade e Seus Dois Pintores: Lasar Segall e Candido Portinari, são as ideias e opiniões do escritor que orientam a seleção e a disposição das cinquenta obras apresentadas, todas produzidas entre 1913 e 1943. Organizada sob a curadoria de Anna Paola Baptista, a exposição reúne trabalhos representativos de ambos, a exemplo de Os Eternos Caminhantes (1919) e Pogrom (1937), de Segall, e Mestiço (1934) e A Barca (1941), de Portinari. Pintados pelo primeiro em 1927 e pelo segundo oito anos depois, dois retratos de Mário de Andrade também fazem parte da seleção.

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