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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

No novo Mad Max, ainda em cartaz, Charlize Theron surge com a testa suja de graxa e sem parte de um braço — e continua linda. A transformação não é tão radical em Lugares Escuros, mas também neste suspense dramático a estrela se despe do glamour. Na pele de Libby Day, Charlize veste calça jeans e camiseta puída para interpretar uma mulher atormentada por seu passado. Mais de duas décadas atrás, Libby, caçula da família, testemunhou contra o próprio irmão. Ele seria o responsável pelo assassinato da mãe e de suas duas irmãs. Ben (Corey Stoll) ainda continua atrás das grades e Libby, que durante anos recebeu ajuda financeira de anônimos, está praticamente sem dinheiro. Em troca de grana, ela aceita o convite do “clube da matança”, grupo de investigadores amadores, liderado pelo jovem Lyle (Nicholas Hoult). Eles querem reabrir o caso e precisam de novas declarações da vítima. No vaivém do tempo, a história vai revelando comportamentos escusos de seus pais e explicando a influência de uma patricinha (Chloë Grace Moretz) na vida do suposto matador. Inspirado no livro de Gillian Flynn (a mesma autora de Garota Exemplar), o longa-metragem mantém-se plugado na tensão e, mesmo sem renovar o gênero, consegue cativar pelas surpresas. Estreou em 18/6/2015.

Ficha técnica

Direção: Gilles Paquet-Brenner

Duração: 113 minutos

Recomendação: 16 anos

País/Ano:

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