Kiriku, os Homens e as Mulheres

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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

Depois de Kiriku e a Feiticeira (1998) e Kiriku — Os Animais Selvagens (2005), o diretor francês Michel Ocelot encerra uma trilogia com Kiriku — Os Homens e as Mulheres. O trabalho segue a técnica da tradicional animação em 2D para contar curtas histórias do valente e serelepe Kiriku. Garotinho de uma aldeia africana, ele está sempre pronto para resolver os problemas dos adultos. Dois contos se destacam no longa-metragem: a jornada de Kiriku para encontrar um velho desaparecido na floresta e a insistência do protagonista em acolher um menino tuaregue que se perdeu dos pais numa tempestade de areia. Ao contrário dos concorrentes americanos em cartaz, como Divertida Mente e Minions, o desenho animado tem um ritmo calmo e, sempre no desfecho das tramas, a cantoria marca discreta presença. Embora as fábulas sejam bonitinhas, o esplêndido visual, feito em uma palheta de cores fortes e vibrantes, fascina mais. Estreou em 2/7/2015.

Ficha técnica

Direção: Michel Ocelot

Duração: 88 minutos

País/Ano:

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