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Resenha por Carol Zappa

Motivos para festejar não faltam: aos 70 anos, completados em 13 de julho, João Bosco garante não sentir o peso do tempo. Ele se dedica no momento a dois discos: um de inéditas, o primeiro desde 2009, e um dedicado a composições alheias, ambos programados para o início de 2017. “Isso é que é motivo de celebração, a vontade de estar perto da música e de seguir criando, sem comodismo. Não tem a ver com a idade”, decreta o músico mineiro. Enquanto os projetos não saem do forno, o cantor, compositor e exímio violonista se debruça no Rival sobre o repertório do CD e DVD 40 Anos Depois, lançado em 2012. Em descontraída retrospectiva, ele repassa parte da extensa carreira interpretando temas marcantes como Papel Machê, Agnus Sei e O Bêbado e a Equilibrista, as duas últimas da célebre parceria com Aldir Blanc. Seu violão é acompanhado por Kiko Freitas (bateria), João Baptista (baixo) e Daniel Santiago (guitarra), mas, em um momento mais intimista, ele visita sozinho o repertório de nomes que o influenciaram, como Moacir Santos, Tom Jobim e Dorival Caymmi. Completam o programa experiências, nas quais o músico une canções com “afinidade poética”, a exemplo de Mora na Filosofia, samba de Monsueto, e Gota d’Água, de Chico Buarque.

Teatro Rival (400 lugares). Rua Álvaro Alvim, 33, Cinelândia, ☎ 2240-4469, ↕ Cinelândia. Sábado (13), 21h. R$ 100,00 (lounge) a R$ 150,00 (mesa setor 1). Bilheteria: 15h/19h (seg. a sex.); a partir das 15h (sáb.).

Ficha técnica

Recomendação: 18 anos

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