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Resenha por Tiago Faria

De uma fita de ação inspirada no universo dos games, espera-se um visual de cair o queixo. Eis o maior dos pecados cometidos por esta nova versão cinematográfica para a série de jogos Hitman (a primeira, um fiasco total, saiu em 2007). Sem inspiração para misturar ficção científca e thriller, o diretor estreante Aleksander Bach cai na mesmice das fitas de espionagem e entedia o público com uma encenação tão pobre quanto a de um seriado de segundo escalão. O personagem-título, interpretado laconicamente pelo inglês Rupert Friend (de Orgulho e Preconceito), é um assassino de elite programado geneticamente para eliminar os alvos de uma agência misteriosa. Esse homem-máquina, vestido impecavelmente com terno e gravata vermelha, é escalado para proteger uma mulher (papel de Hannah Ware) cujo pai, um cientista brilhante, tem a chave para a multiplicação de clones superpoderosos. Os leigos em videogame sairão da sessão sem entender por que esses personagens tão monótonos provocam tamanho entusiasmo. Estreou em 27/8/2015.

Ficha técnica

Direção: Aleksander Bach

Duração: 96 minutos

Recomendação: 16 anos

País/Ano:

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