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Resenha por Renata Magalhães

A prestigiada trupe mineira celebrou quatro décadas de trajetória, em 2015, com coreografia concebida especialmente para a data: Dança Sinfônica. A trilha sonora da peça, composta por Marco Antônio Guimarães, integrante do grupo instrumental Uakti, e gravada pelos noventa instrumentistas da Orquestra Filarmônica de Minas Gerais, une passagens inéditas e citações de balés que marcaram a história do grupo. Na volta do Corpo ao Theatro Municipal, a partir de quinta (15), Dança Sinfônica divide o espetáculo com um clássico, Lecuona, animado pelo romantismo rasgado das composições do pianista cubano Ernesto Lecuona (1895-1963). Em cartaz no Rio até a segunda 19, a sessão dupla dá uma visão completa do talento da trupe. Na criação embalada por música de Guimarães, também o autor das trilhas de 21 (1992) e Bach (1996), os movimentos desenvolvidos por Rodrigo Pederneiras ganham como pano de fundo o cenário de seu irmão Paulo, um painel de 128 metros quadrados composto de mais de 1 000 fotos feitas por integrantes da companhia, de bailarinos a camareiros. Em Lecuona, Rodrigo Pederneiras oferece aos bailarinos, em figurinos coloridos de belo efeito, uma dúzia de números de pas de deux.

Theatro Municipal (2 237 lugares). Praça Floriano, s/nº, Centro, ☎ 2299-1711, ↕ Cinelândia. Quinta (15) a sábado (17), 20h; domingo (18), 17h. R$ 60,00 (galeria) a R$ 120,00 (plateia e balcão nobre). Bilheteria: 10h/18h (seg. a qua.); a partir das 10h (qui. a dom.). Até o dia 19.

Ficha técnica

Duração: 92 minutos

Recomendação: Livre

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