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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

Ao contrário de Cidades de Papel, um registro sonolento da adolescência, D.U.F.F. acerta melhor seu público-alvo, lembrando as leves comédias juvenis da década de 80. O título foi mantido no original em inglês e é uma sigla para determinar a(o) estudante feia(o) e gorda(o), que serve de “isca” para conquistar jovens bonitos e enturmados. Bianca (Mae Whitman) não tem atributos físicos e, ao descobrir ser uma d.u.f.f., dispensa as falsas amigas e vai pedir conselhos a Wesley (Robbie Amell), o vizinho bonitão e queridinho das meninas. A simpática história traz as típicas crises dos teens e, claro, tem uma vilã-periguete, de cabelo armado e unhas afiadas, para rivalizar com a protagonista. Entre estereótipos e desfecho previsível, restam eficientes mensagens para quem não chegou à idade adulta. Estreou em 30/7/2015.

Ficha técnica

Direção: Ari Sandel

Duração: 101 minutos

Recomendação: 12 anos

País/Ano:

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