De Gravata e Unha Vermelha

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Resenha por Miguel Barbieri Jr.

Em tempos bicudos de intolerância, chega em boa hora às telas um documentário que trata abertamente da diversidade sexual. A diretora e psicanalista Miriam Chnaiderman expõe, em De Gravata e Unha Vermelha, casos curiosos de transexuais (masculinos e femininos) e colhe confissões, muitas vezes emocionantes, de homossexuais. O estilista Dudu Bertholini, curador do projeto, surge em cena também como entrevistador. Há valor histórico nos registros, embora alguns relatos chovam no molhado, a exemplo daqueles feitos pelo cantor Ney Matogrosso e pelo(a) cartunista Laerte. Miriam dispersa um pouco o foco ao abordar um grupo de gaúchos héteros que se vestem de mulher no Carnaval. Faz falta, também, o depoimento de lésbicas, além de uma unidade cinematográfica para enriquecer o painel. Estreou em 7/5/2015.

Ficha técnica

Direção: Miriam Chnaiderman

Duração: 86 minutos

Recomendação: 12 anos

País/Ano:

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