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Resenha por Carol Zappa

Não é jazz, não é pop, não é MPB, não é rock: é tudo isso misturado, na linhagem do grupo Novos Baianos, do qual o conjunto derivou, em 1977. O instrumental forte do começo da banda ganhou, nos anos seguintes, a companhia dos vocais dos irmãos Dadi (baixo) e Mú Carvalho (teclados), parceiros de palco de Gustavo Schroeter (bateria), Armandinho (guitarra baiana e bandolim) e Ary Dias (percussão). Resultaram daí sucessos de melodias ensolaradas e letras singelas, como Zanzibar, Abri a Porta e Beleza Pura, previstos na apresentação que acontece na quinta (7), no Teatro Bradesco.

Após algumas reuniões esporádicas — registradas em CD ao vivo, em 1996, e DVD, em 2005 —, o quinteto original, desfeito na década de 80, reuniu-se novamente e vem arrancando aplausos a cada apresentação. Um novo álbum está anunciado para o ano que vem, quando A Cor do Som celebra quarenta anos, mas é bom lembrar que essa promessa vem sendo renovada desde 2012. Ao vivo, eles já mostram novidades entre um hit e outro,
a exemplo de Dominguinhos de Sábado a Sábado, homenagem de Armandinho ao mestre da sanfona. 12 anos.

Teatro Bradesco (1 000 lugares). Avenida das Américas, 3900, Barra (Shopping VillageMall), ☎ 3431-0100. Quinta (7), 21h. R$ 90,00 (frisa) a R$ 160,00 (plateia baixa). Bilheteria: 13h/19h (ter. e qua.); a partir das 13h (qui.). www.teatrobradescorio.com.br.

Ficha técnica

Recomendação: 12 anos

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