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Resenha por Rafael Teixeira

Levada ao palco pela primeira vez há trinta anos, no circuito off-Broadway, a comédia musical Nunsense (trocadilho intraduzível que mescla as palavras “nun”, freira em inglês, e “nonsense”) é um fenômeno: com texto e canções de Dan Goggin, foi encenada em mais de vinte idiomas. No Brasil, batizado como As Noviças Rebeldes, o espetáculo está em sua terceira montagem, de novo sob o comando de Wolf Maya, que já dirigira as anteriores. A história é simples: cinco freiras vão jogar bingo em outro convento e escapam de uma intoxicação alimentar fatal para suas colegas. Para organizar um enterro, elas precisam fazer um show beneficente — nesse ponto, com a situação já resolvida, começa o espetáculo. Adaptada por Flávio Marinho com referências aos dias de hoje (que provocam algumas risadas e outros tantos sorrisos amarelos), a dramaturgia claudicante funciona como pretexto para números individuais irregulares, de humor um tanto datado. Sabrina Korgut responde pela melhor performance do elenco, completado por Soraya Ravenle, Helga Nemeczyk, Maurício Xavier e Carol Puntel.

Ficha técnica

Direção: Wolf Maya

Duração: 80 minutos

Recomendação: 12 anos

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