A Esperança é a Última que Morre

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Resenha por Fernando Masini

Não basta reunir humoristas talentosos da televisão para obter êxito na hora de rodar um filme. O tempo é outro, e a estrutura baseada em esquetes muitas vezes não funciona. É desse mal que sofre a comédia A Esperança É a Última que Morre, ficção de estreia do diretor Calvito Leal. Dani Calabresa, no papel de Hortência, uma repórter de TV ora ingênua, ora esperta demais, protagoniza o longa, que tira sarro dos bastidores de um telejornal interiorano. Para assumir a vaga de âncora, ela entra numa disputa ferrenha com a arqui-inimiga de profissão Vanessa (interpretada por Katiuscia Canoro). Com o auxílio de dois atrapalhados funcionários do Instituto Médico-Legal, Eric (Danton Mello) e Ramon (Rodrigo Sant’anna), Hortência forja assassinatos em série, destaca-se no noticiário e ganha a atenção do chefe sem escrúpulos (Augusto Madeira). É óbvio, no entanto, que a armação será desmascarada. Dani tem sua graça com o jeitão caipira que dá à personagem, mas as piadas não ajudam, tampouco as reviravoltas previsíveis do roteiro e o romance sem tempero que pinta entre Calabresa e Mello. Estreou em 3/9/2015.

Ficha técnica

Direção: Calvito Leal

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