• CANAIS
Terça,8 de Janeiro

noite

YA’YA HIGH-FI.Depois das atrações ao vivo da noite Jazzmania, na casa de shows Studio RJ, em Ipanema, o DJ Marcelinho da Lua prolonga a farra tocando sua vasta coleção de vinis. Na terça (8), ele convida o VJ Montano para animar a noite. No programa, jazz, soul, bossa e congêneres. Studio RJ. Avenida Vieira Souto, 110, Ipanema, ☎ 2523-1204, General Osório. Terça (8), 23h. R$ 5,00 (até 0h), R$ 10,00 (após 0h). www.studiorj.org.

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ADAURY JUNIOR. Parceiro de Selma Reis e Ivo Meirelles, o instrumentista com mais de duas décadas de carreira é a atração do projeto Piano Sessions, promovido pelo Santo Scenarium. No cenário da música instrumental, o pianista acompanhou Altair Martins, Jessé Sadoc, Idriss Boudrioua e Marcelo Martins. No repertório aparecem temas clássicos da bossa nova, samba, jazz e MPB com arranjos modernos. 16 anos. Santo Scenarium (150 lugares). Rua do Lavradio, 36, Centro, ☎ 3147-9007. Terça (8), 19h. Grátis. www.santoscenarium.com.br.

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AUTORAMAS E B-NEGÃO.Depois da oitava turnê europeia, Gabriel Thomaz (guitarra e voz), Flávia Couri (baixo e voz) e Bacalhau (bateria) se preparam para o lançamento do sexto álbum, Música Crocante. Ao vivo, o trio de prestígio na cena independente carioca toca, entre outras, Fale Mal de Mim e Carinha Triste. Na mesma noite, o rapper B-Negão, vencedor do prêmio da MTV de melhor disco do ano, apresenta seu recente trabalho, Sintoniza Lá!, primeiro álbum de inéditas após um hiato de nove anos. 16 anos. Miranda (225 lugares). Avenida Borges de Medeiros, 1424 (2º piso), Lagoa, ☎ 2239-0305. Terça (8), 21h (Autoramas) e 22h30 (B-Negão e Os Seletores de Frequência). R$ 30,00 a R$ 70,00. Bilheteria: 14h/20h (seg.); a partir das 14h (ter.). IC. www.mirandabrasil.com.br.

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O TERNO. Veja Rio Recomenda. Tim Bernardes (voz, guitarra e órgão), Guilherme Peixe (baixo) e Victor Chaves (bateria), a exemplo de muitos outros garotos em torno dos 22 anos, têm uma banda de rock. Como poucos de sua geração, o trio paulista criado em 2009 está no caminho certo. Em setembro de 2012, levou o prêmio Aposta MTV, de revelação da cena pop nacional. Faixa-título do primeiro disco, lançado no ano passado, 66 anima um clipe já visto mais de 160000 vezes no YouTube. No álbum, eles misturam arranjos inspirados e bom humor em temas próprios, como Enterrei Vivo e Zé, Assassino Compulsivo. A outra metade do CD traz composições de Mauricio Pereira, do duo Os Mulheres Negras -- e pai de Tim --, como Modão de Pinheiros e a pérola do nonsense Purquá Mecê. Ao vivo, o repertório é engordado por, entre outras invenções, uma versão roqueira de O que Foi Feito de Vera (Milton Nascimento e Márcio Borges). De volta ao Rio, eles se apresentam na terça (8), no CCBB. Livre. Centro Cultural Banco do Brasil -- Teatro II (155 lugares). Rua Primeiro de Março, 66, Centro, ☎ 3808-2020. Terça (8), 12h30 e 19h. R$ 6,00. Bilheteria: a partir das 9h (ter.). www.bb.com.br/cultura.

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✪✪✪ ALUÍSIO CARVÃO.Veja Rio Recomenda. Adepto de primeira hora do movimento construtivista, o artista paraense expressou suas convicções estéticas de formas diversas: foi escultor, ilustrador, cenógrafo e pintor. Dedicou às tintas a parte mais significativa de sua produção, como revela a mostra Aluísio Carvão -- Mestre das Cores, na Caixa Cultural. Entre as 74 obras expostas sobressaem os sete óleos de colorido esfuziante da série Pipas, apresentada na Bienal Internacional de São Paulo em 1983. Boca Rio (1994) segue a mesma linha, mas alguns poucos trabalhos distinguem-se justamente pelo caminho oposto, a sobriedade elegante, caso da tela sem título dos anos 50 reproduzida acima. Esculturas da fase neoconcretista, a exemplo de Cubocor (1960), feita de cimento e tinta, além de ilustrações de Carvão (1920-2001) para revistas e livros, completam a seleção. Caixa Cultural -- Galeria 3. Avenida Almirante Barroso, 25, Centro, ☎ 3980-3815, Carioca. Terça a domingo, 10h às 21h. Grátis. Até domingo (13). www.caixacultural.com.br. Reabre ao público na terça (8).

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ACERVO DA SÉRGIO GONÇALVES GALERIA. Inaugurada em abril, a galeria faz sua primeira coletiva. Nela estão reunidas vinte obras dos artistas Ana Durães, Anita Kaufmann, Bernard Pras, Bill Beckley, Carlos Araujo, Clarissa Campello, Cristina Sá, Eduardo Ventura, Laura Michelino, Rafael Vicente, Raimundo Rodriguez e Vânia Barbosa. R$ 2300,00 a R$ 42 000,00. Sérgio Gonçalves Galeria. Rua do Rosário, 38, Centro, ☎ 2263-7353 e 2253-0923. Terça a sexta, 11h às 19h; sábado, 11h às 18h. Grátis. Até 2 de março.

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✪✪✪✪ ANNA MARIA NIEMEYER UM CAMINHO.Tributo à galerista morta em junho de 2012, a mostra revela sua importância para as artes brasileiras através de um acervo rico e numeroso. Foram reunidas 300 peças, entre documentos, fotos e 180 obras de 58 artistas. Estão lá nomes lançados por ela, a exemplo de Jorge Guinle (1947-1987), autor de sete telas, inclusive a monumental Aquário (1983), Victor Arruda, Jorge Duarte e Beatriz Milhazes, presente com seis de suas hoje cobiçadas criações. De seu pai, o arquiteto Oscar Niemeyer (1907-2012), há um singelo retrato da filha ainda bebê e móveis feitos pelos dois para construções de Brasília como o Palácio da Alvorada. Para que não pairem dúvidas sobre a relevância da homenageada, também são expostos comoventes depoimentos dos colecionadores João Sattamini e Gilberto Chateaubriand. Ao fim da mostra, o visitante pode conferir ainda a instalação composta de agulhas de aço inox e estopa vermelha intitulada Sete Irmãos (2012), de Fátima Villarin, que seria exibida no reduto de Anna Maria, na Gávea, em julho passado, mas o endereço acabou fechando as portas com a morte de sua fundadora. Paço Imperial. Praça XV de Novembro, 48, Centro, ☎ 2215-2093. Terça a domingo, 12h às 18h. Grátis. Até 17 de fevereiro. www.pacoimperial.com.br.

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COLEÇÕES ENTRE COLEÇÕES.Um novo recorte do acervo do Museu Histórico Nacional vem a público. São objetos variados, como leques, esculturas de bronze e louças a exemplo da coleção de porcelanas da Companhia das Índias que pertenceu ao Barão de Massambará (1822-1898), poderoso dos tempos áureos do café. A lista de curiosidades inclui ainda móveis, brinquedos, oratórios, quadros e até cardápios, como o que foi usado no antigo Cassino da Urca. Museu Histórico Nacional. Praça Marechal Âncora, s/nº, Centro, ☎ 2550-9220. Terça a sexta, 10h às 17h30; sábado, domingo e feriados, 14h às 18h. R$ 8,00. Grátis para menores de 5 anos, maiores de 65 e aos domingos. A bilheteria fecha meia hora antes. Até 3 de março. www.museuhistoriconacional.com.br.

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✪✪✪ NUNO RAMOS.O Globo da Morte de Tudo é o nome da mostra e de uma das obras, desenvolvida por Ramos em parceria com Eduardo Climachauska. Trata-se de uma instalação de 200 metros quadrados composta de dois globos da morte, daqueles típicos de circo, em que motoqueiros protagonizam arriscadas manobras. As estruturas estão conectadas a quatro estantes de 6 metros de altura, com onze prateleiras, contendo mais de 1500 objetos (que vão de papel higiênico a bomba de posto de gasolina), divididos em quatro categorias: cerâmica (coisas arcaicas e ancestrais), porcelana (produtos ligados ao luxo), nanquim (itens relacionados à morte) e cerveja (objetos do dia a dia). Quem foi à mostra logo no início viu as prateleiras e os globos arrumados no ambiente. No dia 18 de dezembro, no entanto, dois profissionais de circo fizeram uma performance (não aberta ao público) e, com a trepidação das motos, os objetos se espatifaram. O quebra-quebra estará disponível depois em vídeo na galeria. De Ramos, está ainda exposta uma escultura inédita da série Lâmina, feita de vidro. No 3º andar da galeria, ele mostra também cinco desenhos inéditos da série Schreber, com traços geométricos, feitos com tinta a óleo, folhas de ouro e prata, carvão e tecido sobre papel. R$ 72000,00 a R$ 200000,00. Anita Schwartz Galeria de Arte. Rua José Roberto Macedo Soares, 30, Gávea, ☎ 2274-3873 e 2540-6446. Segunda a sexta, 10h às 20h; sábado, 12h às 18h. Grátis. Até 17 de fevereiro.

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✪✪✪ CLEMENTINA DUARTE. Depois de exibir joias da coleção de Bertha Krasilchik, mulher do marchand Isaac Krasilchik, o CCBB volta ao tema, desta vez apresentando criações de Clementina Duarte feitas desde os anos 60. Sob curadoria de Denise Mattar, foram selecionadas noventa peças confeccionadas em ouro e prata com diamantes, pérolas, ônix, águas-marinhas e topázios, entre outras pedras preciosas brasileiras. Algumas joias apresentam curvas inspiradas na arquitetura de Oscar Niemeyer (1907-2012). Centro Cultural Banco do Brasil. Rua Primeiro de Março, 66, Centro, ☎ 3808-2020. Terça a domingo, 9h às 21h. Grátis. Até 14 de abril.

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